terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Palavras vindas do coração
Comecei a estudar de manhã, e como eu sempre fui morta por cama, que nem diz minha mãe, ando mais sonolenta do que nunca. Como natural de alguém assim, chego da escola e vou direto dormir. Só que acontece, que isso tem virado um carma, e olha que só começou ontem. Tenho tido sonhos feios, horríveis, mais principalmente estranhos. Acordo assustada, suada, e com muita dor nos ombros. Como minha mãe está doentinha, ela tem dormido comigo de tarde, e acabo preocupando-a ainda mais ao acordar. Isso deve estar acontecendo por mim estar sobrecarregada emocionalmente. Ando me sentido sozinha, carente de atenção. Os amigos? Eles continuam sendo amigos! Mais com os últimos acontecimentos, para ser mais exata, desde Setembro, algumas coisas impedem uns, e outras, outros. Enfim, sinto falta de alguém para conversar, e como eu disse para um amigo, sinto falta de ver o amor e a preocupação nos olhos de quem me ouve. Sinto falta de deitar no colo de alguém e desabafar, mais um desabafo realmente profundo. Ando tão sobrecarregada, preciso muito ouvir e ser ouvida. Talvez seja o melhor nesse momento. Sinto falta de quando eu não me abalava com muita coisa, sinto falta de quando palavras eram apenas palavras, sinto realmente falta do que eu já fui um dia. Não estou reclamando do que sou hoje, sou muito mais expressiva, e até mesmo mais realista no que sinto, do que antes. Mais acontece, que assim os danos são maiores, as dores são mais profundas e duradouras. Quando me ouço contando o que sinto para alguns amigos, me sinto fraca, e acho uma besteira o que estou dizendo. Mais quando sinto, é muito mais real, e parece ter mais ênfase, mais sentido. Preciso tanto dar um telefonema, mais toda vez que pego no telefone, minha garganta cria uma espécie de tremedeira, algo gelado e estranho, como se eu tivesse deixado uma água durante dia nos congelador, e tivesse tomado-a de uma só vez. E sempre acabo que não ligo, tenho medo de como posso ficar depois do tal telefonema, e por isso, prefiro ficar assim. Perdão pelo post meio chato e melancólico, à tempos não posto algo desse tipo né? Mais eu estava precisando. E há, só irei voltar quando estiver melhor ok? Odeio quando não escrevo com palavras concretas, palavras vindas da minha cabeça, quando deixo meu coração escrever, ele exagera, e acaba se abrindo de mais!
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